﻿{"id":4344,"date":"2017-08-22T20:26:51","date_gmt":"2017-08-22T23:26:51","guid":{"rendered":"http:\/\/orisabrasil.com.br\/Loja\/?p=4344"},"modified":"2017-08-24T10:38:14","modified_gmt":"2017-08-24T13:38:14","slug":"voce-como-interpretar-um-verso-ese-orisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/orisabrasil.com.br\/Loja\/voce-como-interpretar-um-verso-ese-orisa\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea sabe como interpretar um Verso &#8211; Ese Orisa?"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;2\/3&#8243;][vc_column_text]Por Renata Barcelos:<\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Muitas pessoas n\u00e3o conhecem profundamente sobre a import\u00e2ncia das hist\u00f3rias dos Orisa e a rela\u00e7\u00e3o com os v\u00e1rios campos liter\u00e1rios que ocupam dentro da sociedade e religi\u00e3o Yoruba.<\/p>\n<p>Ainda que se possa encontrar varia\u00e7\u00f5es de uma mesma hist\u00f3ria, \u00e9 com um tipo especifico de verso que yorubas fazem a consulta oracular seja ela com b\u00fazios ou opele\/ikin. \u00a0O <strong>Ese<\/strong>.<\/p>\n<p>Para entender melhor, acho que todos conhecem a historia onde Ogun volta para cidade de Ire, mata pessoas etc, pois \u00e9 .. essa assim como outras historias dispostas em uma forma especifica formam o <strong>Ese Orisa<\/strong>, e \u00e9 exatamente com esse tipo de conto \u00a0(e outros) que um sacerdote far\u00e1 a consulta para voc\u00ea. Esse \u00e9 um n\u00edvel avan\u00e7ado de conhecimento mas para os Yorubas n\u00e3o \u00e9 segredo nenhum, crian\u00e7as s\u00e3o treinadas desde tenra idade para decorar a imensid\u00e3o de poemas dispostos e construidos em formatos\u00a0 espec\u00edficos para propiciar\u00a0 a consulta.<\/p>\n<p>Quer ver um exemplo de <strong>Ese<\/strong> eerindilogun completo? : <a href=\"http:\/\/orisabrasil.com.br\/Loja\/bronze-filho-de-osun-chumbo-filho-de-obatala-ferro-filho-de-ogun\/\">http:\/\/orisabrasil.com.br\/Loja\/bronze-filho-de-osun-chumbo-filho-de-obatala-ferro-filho-de-ogun\/<\/a><\/p>\n<p>Claro nossa inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 ensinar ningu\u00e9m\u00a0 fazer uma consulta oracular, mas mostrar que podemos estudar os versos entender um pouco melhor o que querem dizer e quem sabe tamb\u00e9m come\u00e7armos a dar mais import\u00e2ncia para duas coisas, a preserva\u00e7\u00e3o com m\u00ednima altera\u00e7\u00e3o, e a consci\u00eancia que se trata de material sagrado .<\/p>\n<p>Muito comum em discuss\u00f5es mais profundas sobre orisa na internet e outros locais \u00e9 perguntar : qual odu fala isso?\u00a0 Qual o verso? Qual a fonte?<\/p>\n<p>Os ESE pertencem aos odu , um odu seja ele odu if\u00e1 ou eerindilogun pode ter dezenas de versos ESE. E a maioria das pessoas\u00a0 tem o entendimento que s\u00e3o praticamente a ultima palavra quando queremos sanar uma d\u00favida de Orisa. \u2013 respeita-se sempre a fonte, e suas altera\u00e7\u00f5es de varia\u00e7\u00e3o local a local.<\/p>\n<p>Importante dizer que algumas fam\u00edlias de orisa embora n\u00e3o tenham os sistemas complexos de divina\u00e7\u00e3o de eerindilogun ( jogo de b\u00fazios) ou de opele e ikin ( culto de orunmila) tamb\u00e9m possuem conjunto de historias, rezas invoca\u00e7\u00f5es e fazem com frequ\u00eancia consulta ao obi.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>ESE o verso|poema da consulta divinat\u00f3ria Yoruba:<\/strong><\/p>\n<p>De todas as formas liter\u00e1rias a que \u00e9 objeto deste estudo s\u00e3o os ESE ORISA, que s\u00e3o os Poemas e versos usados para a consulta oracular utilizado pelos yorubas.<\/p>\n<p>Sempre precisamos come\u00e7ar dizendo que podem haver varia\u00e7\u00f5es de fam\u00edlia para fam\u00edlia, casa para casa e de lugar para lugar.<\/p>\n<p>Ao estudar dezenas de ESE contido no corpus de if\u00e1 e no corpus de eerindilogun conclui que\u00a0 a m\u00e9trica estrutural dos ese ifa e ese erindilogun s\u00e3o compostas de maneira extremamente parecidas. O que n\u00e3o podemos confundir \u00e9 que embora alguns odu apresentem mesmo nome, os Ese que fazem parte daquele grupo de odu n\u00e3o s\u00e3o necessariamente os mesmos em if\u00e1 e no eerindilgogun. &#8211; aqui n\u00e3o estou avaliando o conte\u00fado &#8211; mas sim apenas a estrutura\u00e7\u00e3o do poema .<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 muito estudo dispon\u00edvel sobre a estrutura\u00e7\u00e3o dos ese eerindilogun, deixo ent\u00e3o meu humilde registro de opini\u00e3o , que a mesma analise apresentada por Wande Abimbola e outros autores sobre os Ese Ifa, podem ser aplicadas com certa tranquilidade para os\u00a0 Ese eerindilogun segue os estudos:<\/p>\n<p>E j\u00e1 empresto antecipadamente a tradu\u00e7\u00e3o de Aulo Barretti Filho que usou para descrever itan odu if\u00e1. Humildemente fa\u00e7o, a empresto para apresentar a composi\u00e7\u00e3o dos<strong> ESE Eerindilogun:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>O nome do sacerdote que efetuou o jogo.<\/li>\n<li>O nome do cliente a quem o jogo est\u00e1 dirigido.<\/li>\n<li>A raz\u00e3o pela qual a divina\u00e7\u00e3o foi efetuada.<\/li>\n<li>A orienta\u00e7\u00e3o para o cliente.<\/li>\n<li>A indica\u00e7\u00e3o, se ele seguiu ou n\u00e3o as orienta\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>A narra\u00e7\u00e3o do que aconteceu.<\/li>\n<li>O relato das alegrias ou tristezas.<\/li>\n<li>O final, como um resumo de fundo moral.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Wiliam Bascom no Livro Sexteen Cowries ao fazer coleta dos ese (versos) do eerindilogun ( jogo dos 16 b\u00fazios) com Salako de uma fam\u00edlia de Obatala em Oyo, identificou que a mesma composi\u00e7\u00e3o faz parte dos Ese de outros Orisa. (<em>Sixteen\u00a0 Cowries: Yoruba Divination from Africa to the New World<\/em> 1980). Ele n\u00e3o se empresta da literatura de abimbola para sobrepor aos ese eerindilogun mas evidencia a sua conclusiva semelhan\u00e7a e em avalia\u00e7\u00e3o pessoal identifica partes que comp\u00f5e a maioria dos versos:\u00a0\u00a0 1) a parte mitol\u00f3gica que serve como precedente 2) a solu\u00e7\u00e3o dada ao caso 3) a aplica\u00e7\u00e3o do cliente.<\/p>\n<p>&#8212; os estudos dos ESE IF\u00c0 &#8212;&#8212;&#8212;-&gt;<\/p>\n<p>O Babalawo Wande Abimbola publicou a composi\u00e7\u00e3o estrutural de um Ese If\u00e1 (usado pelos devotos de Orunmila) completo, com 8 partes. (Wande Abimbola, <em>Ifa Divination Poetry<\/em> NOK Publishers, New York, 1977).<\/p>\n<p>(1) nome do sacerdote<br \/>\n(2) nome do cliente<br \/>\n(3) a raz\u00e3o da adivinha\u00e7\u00e3o<br \/>\n(4) as instru\u00e7\u00f5es<br \/>\n(5) se o cliente cumpriu as instru\u00e7\u00f5es ou n\u00e3o<br \/>\n(6) o que aconteceu com o cliente<br \/>\n(7) a rea\u00e7\u00e3o do cliente<br \/>\n(8) a moral baseada na historia<br \/>\n(tradu\u00e7\u00e3o particular)<\/p>\n<p>Descreve que as partes 1,3 e 7,8 s\u00e3o as usadas para facilitar a memoriza\u00e7\u00e3o e para que o verso possa ser entoado rapidamente.\u00a0 Enquanto as partes 4,6 n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o memorizadas mas s\u00e3o recitadas de maneira mais lenta em linguagem pr\u00f3pria de cada sacerdote (Abimbola 1976:63)<\/p>\n<p>&#8220;No V Congresso Afro-brasileiro de 1997, realizado em Salvador, o professor e babalorix\u00e1 Aulo Barretti Filho, assim se pronunciou sobre os \u00ect\u00e0n-if\u00e1:<\/p>\n<p>Os Itan-Ifa s\u00e3o hist\u00f3rias sacras narradas em forma po\u00e9tica pr\u00f3pria que as distingue de toda e qualquer forma liter\u00e1ria iorub\u00e1. Quando essas hist\u00f3rias se apresentam em forma de versos, s\u00e3o chamadas de Ese-Ifa, poemas de If\u00e1. Os Itan explicam a origem do pr\u00f3prio sistema oracular e dos odu, da g\u00eanesis, do complexo orun-aiye, de todos os imales e suas caracter\u00edsticas, e ainda, como os cultuar; [tamb\u00e9m] sobre a vida e morte e seus ritos de passagem, regras e normas de condutas e moral sociorreligiosa, [e ainda] c\u00e2nticos, [encantamentos], versos de j\u00fabilo ou de lamenta\u00e7\u00e3o, dos homens e dos deuses. Em suma, nos Itan encontramos respostas para os problemas do cotidiano; os press\u00e1gios que devem ser evitados seforem nefastos, ou favorecidos se forem ben\u00e9ficos, atrav\u00e9s de ritos de oferendas ou de comunh\u00e3o com as divindades e a busca permanente do equil\u00edbrio do homemno aiye com seu doble no orun, representado pela sua cabe\u00e7a (ori\/ori-inu) e como poder dos Imales que o acompanham. Os poemas de If\u00e1 possuem, em sua estrutura liter\u00e1ria, um m\u00e1ximo de oito partes, assim divididas<\/p>\n<ol>\n<li>O nome do sacerdote que efetuou o jogo.<\/li>\n<li>O nome do cliente a quem o jogo est\u00e1 dirigido.<\/li>\n<li>A raz\u00e3o pela qual a divina\u00e7\u00e3o foi efetuada.<\/li>\n<li>A orienta\u00e7\u00e3o para o cliente.<\/li>\n<li>A indica\u00e7\u00e3o, se ele seguiu ou n\u00e3o as orienta\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>A narra\u00e7\u00e3o do que aconteceu.<\/li>\n<li>O relato das alegrias ou tristezas.<\/li>\n<li>O final, como um resumo de fundo moral.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Todo poema de If\u00e1 cont\u00e9m cinco partes obrigat\u00f3rias (1-2-3, e 7-8) e tr\u00eas opcionais (4-5-6). No que tange ao uso da linguagem, as [cinco partes obrigat\u00f3rias] t\u00eam que manter a tradi\u00e7\u00e3o e ser fielmente memorizadas, [e as tr\u00eas partes opcionais] podem ser recitadas ou narradas com a liberdade de cria\u00e7\u00e3o do sacerdote, mas restrita \u00e0 exatid\u00e3o oracular. E \u00e9 por isso que as partes 4-5-6 s\u00e3o as mais extensas se comparadas \u00e0s demais, portanto [&#8230;]. Os sacerdotes se preocupam em memorizar pontos importantes, e em contar a seu modo. [&#8230;] Este fato pode ser um dos pontos fundamentais para se manter as tradi\u00e7\u00f5es da di\u00e1spora. [&#8230;] Ifa NlaNla, os grandes poemas de If\u00e1, cont\u00e9m as oito partes de longas extens\u00f5es contendo min\u00facias de extrema import\u00e2ncia religiosa, e \u00e9 justamente nesse tipo de poema que ocorre a liberdade de livre discurso das partes 4-5-6, que podem ter em seu original v\u00e1rias p\u00e1ginas, passando ent\u00e3o a ser narradas com o estilo de cada babala\u00f4, baseado na escolha dos pontos que julgar relevantes.&#8221; (MARINS,L. Luiz, Obatala e a cria\u00e7\u00e3o do mundo, 2013)<\/p>\n<p>Kola Abimbola ( curso livre If\u00e1 University) tamb\u00e9m destaca que mudan\u00e7as comportamentais podem fazer parte da orienta\u00e7\u00e3o e instru\u00e7\u00f5es a serem dadas para o cliente, que incluem desde de tabus eewo tempor\u00e1rios ou n\u00e3o ( depende do motivo em momento da consulta ) &#8220;pede para n\u00e3o entrar em brigas&#8221;, fique mais calmo etc.. n\u00e3o coma alimento x ou y.<\/p>\n<p>_________________________________________________________________<\/p>\n<p>SOBRE A ORALIDADE E LITERATURA YORUBA:<br \/>\nAdesoye Omolasoye.: As alega\u00e7\u00f5es de alguns \u201c estupidos\u201d estudiosos europeus de que Africanos n\u00e3o t\u00eam literatura at\u00e9 a era da alfabetiza\u00e7\u00e3o sempre foram infunndadas para estudiosos africanos. Evid\u00eancias abundam que praticamente todas as tribos<br \/>\ndentro \u00c1frica tem literatura.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que a literatura na \u00c1frica era de natureza puramente oral.<br \/>\nFinnegah (1970) e Olatunji (1984) entre muitos outros autores s\u00e3o de opini\u00e3o que Literatura africana, da qual YoruBa \u00e9 proeminente, \u00e9 de natureza oral. \u00c9 evidente em suas vidas di\u00e1rias,<br \/>\nCerim\u00f4nias, atividades e.t.c. \u00c9 parte e um grande aspecto da socializa\u00e7\u00e3o entre a tribo.<br \/>\nPesquisa s\u00e9ria sobre a literatura oral Yoruba come\u00e7ou no in\u00edcio da d\u00e9cada de setenta. Abimbola (1975) Observou que a literatura oral Yoruba \u00e9 uma das \u00e1reas mais conhecidas da arte verbal africana.<br \/>\nObras de Babalola A, Ogunbowale O; Bascon W., Olatunji O., Olabimtan A., Olajubu O. S\u00e3o Evid\u00eancias suficientes para se inscrever nesta reivindica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A linguagem \u00e9 uma forma importante de comunica\u00e7\u00e3o humana e \u00e9 uma ferramenta vital na identifica\u00e7\u00e3o de um grupo etnico grupo. A sua l\u00edngua ind\u00edgena \u00e9 a chave para os conceitos que s\u00e3o especiais e inerentes ao Um \u00e9tnico e uma cultura particulares &#8220;(Lucas, E. S. (2012) The Art of Public Speaking New York: McGraw Hill Companies Inc).<\/p>\n<p>A Oralidade \u00e9 a transmiss\u00e3oDe fatos, valores e fic\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s de meios orais &#8221; a cr\u00f4nica dos eventos, mitos, lendas, id\u00e9ias cosmol\u00f3gicas \u00a0os prov\u00e9rbios, os contos populares dos contadores de hist\u00f3rias e os enigmas dos artistas verbais e da l\u00edngua s\u00e3o Os constituintes da tradi\u00e7\u00e3o oral de um povo. (Gbadegesin, S. (2012) \u201cAspect of Yoruba Oral Tradition: Importance, Richness and Limits in the Context of Unfreedom\u201dPaper Presentation for National Association of Yoruba Descendants in North America New York: Yoruba National Convention )<\/p>\n<p>O volume de dados colhidos\u00a0 entre estudiosos em meio aos Yorubas, certamente enxeria uma pequena biblioteca com facilidade, muitos yorubas se gabam \u00a0inclusive de que seu corpus liter\u00e1rio \u00e9 sem duvidas maior que a dos cat\u00f3licos e mu\u00e7ulmano somados. Algumas das formas liter\u00e1rias encontradas s\u00e3o<\/p>\n<p>Oriki \u2013 invoca\u00e7\u00e3o de louvor que pode ser pessoal, para cidade, estado, para o orisa entre outros. Como tamabem Alarinjo Oriki<br \/>\n\u00c1lamo \u2013 esp\u00e9cie de or\u00edk\u00ec vindo de Ekiti<br \/>\n<u>E<\/u>k\u00fan \u00ecy\u00e0w\u00f3 \u2013 or\u00edk\u00ec de casamentos<br \/>\n\u00ccj\u00e1l\u00e1 \u2013 can\u00e7\u00e3o invoca\u00e7\u00e3o de ca\u00e7adores<br \/>\n\u00ccr\u00e8m<u>\u00f2<\/u>j\u00e9 \u00a0&#8211; oriki\u00a0 \u00a0ca\u00e7adores<br \/>\nIw\u00ec \u2013 oriki de egungun<br \/>\nOlele \u2013 tipo de oriki encontrado em ijesa<br \/>\n\u00d2r\u00ecs\u00e0 pipe \u2013 oriki entoado para uma deidade<br \/>\nSango Pipe \u2013 entoado para Sango<br \/>\nR\u00e1r\u00e0 \u2013\u00a0 oriki , suplica<br \/>\n\u00ccj\u00fab\u00e0 \u2013sauda\u00e7\u00f5es de respeito<br \/>\n\u00ccw\u00fare\/\u00c0d\u00far\u00e0 \u2013 rezas<br \/>\nAroso \u2013 mito inventado<br \/>\nEwi &#8211; poesia<br \/>\nOwe &#8211; Prov\u00e9rbio<br \/>\nAlo &#8211; folclore<br \/>\nOfo- encantamento<br \/>\nOrin \u2013 canto<br \/>\nIyere \u2013 Poema tonal de if\u00e1.<br \/>\nItan &#8211; mito<br \/>\niyere &#8211; tipo de entoa\u00e7\u00e3o de if\u00e1<br \/>\nEse \u2013 Verso| poema<br \/>\n( \u00a0Barber, 1984: 904)<\/p>\n<p>Muita e coisa n\u00e3o \u00e9? .. e tem muito mais yorubas praticantes de orisa n\u00e3o separam a cultura local da religi\u00e3o, a religi\u00e3o faz parte do dia a dia.<\/p>\n<p>\u00e0se!<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.eajournals.org\/wp-content\/uploads\/Orality-and-Visuality-as-Media-of-Communication-in-African-Divination.pdf\">http:\/\/www.eajournals.org\/wp-content\/uploads\/Orality-and-Visuality-as-Media-of-Communication-in-African-Divination.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/people.bu.edu\/manfredi\/reviewBarber1990.pdf\">http:\/\/people.bu.edu\/manfredi\/reviewBarber1990.pdf<\/a><\/p>\n<p>If\u00e1 University \u2013 Kola Abimbola<\/p>\n<p>http:\/\/www.globalacademicgroup.com\/journals\/knowledge%20review\/YORUBA%20ORAL%20LITERATURE%20AS%20A%20PANACEA.pdf[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;2\/3&#8243;][vc_column_text]Por Renata Barcelos: Introdu\u00e7\u00e3o: Muitas pessoas n\u00e3o conhecem profundamente sobre a import\u00e2ncia das hist\u00f3rias dos Orisa e a rela\u00e7\u00e3o com os v\u00e1rios campos liter\u00e1rios que ocupam dentro da sociedade e religi\u00e3o Yoruba. 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