﻿{"id":9351,"date":"2021-08-25T13:06:24","date_gmt":"2021-08-25T16:06:24","guid":{"rendered":"https:\/\/orisabrasil.com.br\/Loja\/?p=9351"},"modified":"2021-08-25T13:19:38","modified_gmt":"2021-08-25T16:19:38","slug":"comentarios-ao-video-voce_e_cristaoveja_ate_o_final","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/orisabrasil.com.br\/Loja\/comentarios-ao-video-voce_e_cristaoveja_ate_o_final\/","title":{"rendered":"Coment\u00e1rios ao v\u00eddeo &#8211; \u201cVoc\u00ea \u00e9 crist\u00e3o? Veja at\u00e9 o final\u201d &#8211; dom\u00ednio p\u00fablico, do Nikolas Ferreira de Oliveira"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por Adriana Marino<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Minha proposta, aqui, \u00e9 o de tecer alguns coment\u00e1rios a partir do v\u00eddeo intitulado \u201cVoc\u00ea \u00e9 crist\u00e3o? Veja at\u00e9 o final\u201d, dispon\u00edvel em redes sociais, do vereador (PRTB-BH) Nikolas Ferreira. Esse v\u00eddeo come\u00e7a com o rapaz dizendo: \u201cse voc\u00ea \u00e9 crist\u00e3o, ent\u00e3o veja esse v\u00eddeo\u201d e dessa chamada extra\u00edmos um primeiro elemento: apesar de ser uma figura p\u00fablica, de o v\u00eddeo ser de dom\u00ednio p\u00fablico, estar numa rede social amplamente utilizada pela popula\u00e7\u00e3o, principalmente a jovem no pa\u00eds, traz uma mensagem na qual se depreende que apenas crist\u00e3os veriam o v\u00eddeo ou que este v\u00eddeo estaria destinado somente a crist\u00e3os; sem abertura para interpela\u00e7\u00f5es, apesar de usar imagens e fazer coment\u00e1rios que atingem outras popula\u00e7\u00f5es \u2013 inclusive ateus, agn\u00f3sticos, n\u00e3o crist\u00e3os ou at\u00e9 crist\u00e3os que, porventura, discordem ou sintam-se atingidos pelo conte\u00fado do v\u00eddeo.<\/p>\n<p>O problema n\u00e3o \u00e9 apenas o conte\u00fado, mas a forma. Trechos de v\u00eddeos e recortes de imagens s\u00e3o selecionados e mostrados rapidamente, permeados por r\u00e1pidas e sequenciais afirma\u00e7\u00f5es, sem desenvolvimento e contextualiza\u00e7\u00e3o. As afirma\u00e7\u00f5es s\u00e3o proferidas em s\u00e9rie, como se constitu\u00edssem, em si mesmas, cadeias de pensamentos irrefut\u00e1veis e sem oportunidade de questionamento. Em outros termos: uma afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 seguida de outra afirma\u00e7\u00e3o que \u00e9 seguida de outra. Desse modo, o v\u00eddeo acaba por induzir, em quem quer que o assista, \u00e0 mesma afirma\u00e7\u00e3o. A forma condiz com uma est\u00e9tica atraente, nos moldes atuais: v\u00eddeos curtos, ret\u00f3rica marcada por asser\u00e7\u00f5es chamativas como em textos e v\u00eddeos sensacionalistas. H\u00e1 aus\u00eancia de hip\u00f3teses em meio a uma tomada de posi\u00e7\u00e3o que, tendencialmente, visa uma suposta ou porvir hegemonia.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, uma mulher de roupas tradicionais de matriz africana, \u00e9 mostrada fazendo uma reza para Xang\u00f4 com votos ao poss\u00edvel candidato de 2022, Lula. Quando a mulher diz: \u201cningu\u00e9m <em>vence<\/em>\u00a0a for\u00e7a de Xang\u00f4\u201d, o menino expressa uma fei\u00e7\u00e3o caricata de d\u00favida. Cabe ressaltar, neste ponto, que a concep\u00e7\u00e3o sobre \u201cvencedores\u201d e \u201cvencidos\u201d estabelecidos em tradi\u00e7\u00f5es diferentes, n\u00e3o se aplica, isto \u00e9, n\u00e3o faz sentido. Mas, estrito senso, para quem conhece um pouco de Antropologia ou estuda um pouco religi\u00f5es, consegue apreender que Xang\u00f4 e Jesus \u2013 como ressalta o rapaz \u2013 n\u00e3o venceriam um ao outro. Se servir para instigar a curiosidade, poder\u00edamos conjeturar que se Jesus vence, Xang\u00f4 tamb\u00e9m vence. Assim como se Xang\u00f4 perde, Jesus tamb\u00e9m perde. Apesar de n\u00e3o se aplicar, mesmo uma contradi\u00e7\u00e3o poderia ser refutada. Por isso \u00e9 ruim falar sobre o que n\u00e3o conhecemos ou ficarmos repetindo o que se propaga em m\u00eddias sociais por a\u00ed: o embate chega a ser p\u00edfio.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, a mulher apresenta-se, circunscreve-se como sendo representante da Umbanda do Cear\u00e1. Isto \u00e9, diz de um pequeno grupo de pessoas, colocando-se como uma representante dessa espec\u00edfica comunidade. Nesta representa\u00e7\u00e3o, diz para o Lula: \u201cvamos mudar o pa\u00eds\u201d. N\u00e3o se trata de uma fala que fira a moral de qualquer pessoa ou tradi\u00e7\u00e3o, pois n\u00e3o se disse, sequer, que essa mudan\u00e7a seria para pior, pra deixar tudo ruim ou coisa que o valha, nem que a sua religi\u00e3o pretendia ser oficial do Estado. Ali\u00e1s, Lula se diz Cat\u00f3lico. Para representar uma comunidade qualquer n\u00e3o precisamos depreciar outras. Em outras palavras, para nos afirmarmos n\u00e3o precisamos destruir os outros. Crian\u00e7as fazem isso e ensinamo-las que isso \u00e9 falta de educa\u00e7\u00e3o e civilidade. A mulher, ent\u00e3o, entrega uma estatueta de Z\u00e9 Pelintra e o menino do v\u00eddeo interrompe dizendo que devia ser \u201cpilantra\u201d. Penso que podemos nos tranquilizar quanto ao desrespeito aqui, mesmo porque, chamando o Z\u00e9 de pilantra, a representa\u00e7\u00e3o que me vem seria a de ouvirmos uma boa rizada e nada mais. Prov\u00e1vel que nem ligasse pra isso, pra estatueta, pro Lula nem pro <em>boy<\/em>.<\/p>\n<p>A\u00ed cita um autor, Lewis, sobre \u201cas pessoas mais perigosas do mundo\u201d, que seriam divididas entre as que espiritualizam tudo e as que nada espiritualizam. N\u00e3o bastasse a frase de efeito repetida e os riscos de redu\u00e7\u00f5es deterministas em dualismos como este, vem o problema maior: uma afirma\u00e7\u00e3o j\u00e1 de conclus\u00e3o. A conclus\u00e3o \u00e9 a seguinte: \u201cEnt\u00e3o se voc\u00ea n\u00e3o entendeu que isso \u00e9 uma guerra espiritual&#8230;\u201d. Enquanto ele conclui, eu pergunto: Da onde o rapaz tirou essa conclus\u00e3o? \u00c9 uma afirma\u00e7\u00e3o e \u00e9 isso o que parece importar. Vem, na sequ\u00eancia, outra afirma\u00e7\u00e3o, mas pior, a de que \u201co mundo pede pra gente\u201d \u2013 mas quem \u00e9 o mundo? E continua: \u201co mundo pede que a gente respeite todas as religi\u00f5es, menos a nossa\u201d. De onde ele tirou essa afirma\u00e7\u00e3o? O mundo, segundo ele mesmo, diria que se respeitem as religi\u00f5es, menos uma e que essa seria \u201ca nossa\u201d. Acho importante, aqui, lembrar que tivemos mais de 300 anos de escravid\u00e3o de pretos no pa\u00eds e que, majoritariamente, esses mesmos pretos tinham e, alguns, ainda t\u00eam suas tradi\u00e7\u00f5es negadas, proibidas e colonizadas por pessoas e institui\u00e7\u00f5es que se reivindicam crist\u00e3s. Mas, na hip\u00f3tese de a \u201cnossa religi\u00e3o\u201d ser a \u00fanica desrespeitada, continuemos com o v\u00eddeo at\u00e9 o fim.<\/p>\n<p>Ele diz: \u201cporque quando um presidente exalta a imagem de Jesus, da\u00ed n\u00f3s somos chamados de fundamentalistas religiosos\u201d. N\u00e3o sei se \u00e9 erro ou m\u00e1-f\u00e9, mas vou partir da ideia de que seja um equ\u00edvoco para comentar (j\u00e1 que o \u201cporque\u201d n\u00e3o era uma pergunta). Um representante de Estado democr\u00e1tico, portanto, n\u00e3o totalit\u00e1rio, deve representar um Estado laico. Isso est\u00e1 na base da Constitui\u00e7\u00e3o da Democracia brasileira e, por isso, n\u00e3o se trata de algo a ser, exatamente, desconhecido. Um Estado laico e seus representantes maiores devem ter em mente e, acima de todos, a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988. O custo disso \u00e9 que, mesmo que um presidente tenha uma religi\u00e3o particular, na sua vida privada, ele n\u00e3o pode colocar isso acima de uma Rep\u00fablica \u2013 <em>res publica<\/em>, quer dizer \u201cde todos\u201d \u2013 mas, sim, contemplar a todas as comunidades religiosas. \u00c9 simples assim: um presidente, no seu exerc\u00edcio p\u00fablico, pode exaltar tanto Jesus quanto Xang\u00f4, e ao mesmo tempo, pois, na qualidade de representante do povo, todos devem ser contemplados representativa e respeitosamente. Isso comp\u00f5e a atividade pol\u00edtica, j\u00e1 que, n\u00e3o sendo sem conflitos, busca-se a arte do conv\u00edvio e, idealmente, o conv\u00edvio harm\u00f4nico e respeitoso das diferen\u00e7as.<\/p>\n<p>Depois de uma delonga ret\u00f3rica, vem outra afirma\u00e7\u00e3o, a de que \u201codeiam o cara [Bolsonaro], por causa disso aqui [mostra uma imagem de Bolsonaro numa igreja]\u201d. A visada \u00e9 de convencimento por reitera\u00e7\u00e3o de afirma\u00e7\u00f5es. Afinal: quem \u201codeiam\u201d? N\u00e3o h\u00e1 discrimina\u00e7\u00e3o de sujeitos nas suas falas de afirma\u00e7\u00e3o, s\u00e3o gen\u00e9ricas e generalistas. A quest\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o se deve odiar ou amar um representante pol\u00edtico pela sua f\u00e9 privada. O que podemos e devemos, enquanto cidad\u00e3os, \u00e9 criticar \u2013 no \u00e2mbito do assunto em quest\u00e3o \u2013 quando houver imposi\u00e7\u00e3o ou tentativa de imposi\u00e7\u00e3o de uma espec\u00edfica express\u00e3o de uma cren\u00e7a privada. Novamente, um Estado deve ser laico e acolher todas as tradi\u00e7\u00f5es e express\u00f5es de f\u00e9. Portanto, n\u00e3o \u00e9 verdade que \u201codeiam\u201d (quem quer que o rapaz pense que odeie) Bolsonaro por ele ir a uma igreja, ou por ser evang\u00e9lico ou de qualquer outra religi\u00e3o. Isso n\u00e3o interessa, n\u00e3o deve interessar, \u00e0 condu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de um Estado. Um representante de Estado pode, igualmente, receber ora\u00e7\u00f5es de qualquer um, sem que isso se constitua como um evento p\u00fablico a ser noticiado. N\u00e3o \u00e9 relevante para a condu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de um Estado.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, v\u00eam termos como: \u201cburro, ignorante ou inocente\u201d. Nessas horas, me pergunto por que desses atributos em qualquer contexto de express\u00e3o como num v\u00eddeo de TicToc. Beleza. Enfim, comenta que \u201cnunca se teve uma abertura t\u00e3o grande para a igreja igual no governo Bolsonaro\u201d. Aqui, considero que ainda d\u00ea tempo para entendermos um princ\u00edpio b\u00e1sico de nossa Democracia: o Estado \u00e9 laico. A separa\u00e7\u00e3o entre Igreja e Estado se deu, mesmo tardiamente no Brasil, no final do s\u00e9culo XIX. Portanto, n\u00e3o vou me ater ao m\u00e9rito de que a cristandade sempre teve mais express\u00e3o neste pa\u00eds. O que interessa ao debate, no quesito mesmo de romper com ignor\u00e2ncias, \u00e9 que a separa\u00e7\u00e3o entre Poder Religioso e Poder de Estado se deu n\u00e3o sem motivos \u2013 marcando o fim da Idade M\u00e9dia \u2013, pois os problemas se davam porque um \u00fanico homem achava que era encarna\u00e7\u00e3o de Deus na Terra e, a partir disso, seu poder era total&#8230; totalit\u00e1rio e, sobretudo, arbitr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em seguida, aparece uma imagem com um homem segurando um cartaz e um coment\u00e1rio sobre crist\u00e3os que podiam ser de esquerda. H\u00e1, inclusive, uma ofensa sobre o corpo do homem e emenda uma s\u00e9rie, como para aplacar a possibilidade de crist\u00e3os adotarem diferentes orienta\u00e7\u00f5es pol\u00edticas: da \u201cfoice e do martelo\u201d, o movimento feminista \u201cque s\u00f3 mata crian\u00e7a dentro do ventre\u201d, que crist\u00e3o vai \u201cter que escolher se fica do lado disso [uma imagem em que dois homens se beijam]\u201d, \u201cdefender o aborto\u201d, \u201clegaliza\u00e7\u00e3o das drogas\u201d \u201cdestrui\u00e7\u00e3o das nossas fam\u00edlias&#8230; valores e princ\u00edpios\u201d, \u201csaquearam nosso pa\u00eds\u201d, \u201cdestru\u00edram a inoc\u00eancia das nossas crian\u00e7as\u201d (n\u00e3o sei se, aqui, alude-se \u00e0 mamadeira de piroca), \u201cn\u00e3o possui um pingo de temor a Deus\u201d (pois \u00e9, n\u00e3o se precisa de temor a qualquer divindade quando o assunto \u00e9 pol\u00edtica de Estado).<\/p>\n<p>Por fim, o rapaz conclui, em tom leve e calmo, que as pessoas que odeiam o presidente \u201cquerem atacar, na verdade, o criador\u201d. O rapaz traz um discurso no qual anseia, saudosamente, que um homem encarne poderes divinos ou \u2013 o que d\u00e1 no mesmo \u2013 que representantes religiosos (pastores, padres, freiras, babalorix\u00e1s etc.) encarnem poderes pol\u00edticos. Mais precisamente, como se depreende do v\u00eddeo, um Deus de uma \u00fanica vertente religiosa. Tudo se passa como se um presidente n\u00e3o pudesse ser criticado nos termos mesmos de sua posi\u00e7\u00e3o e condu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Como se tiv\u00e9ssemos que engolir um novo Messias \u2013 desde que ele seja exatamente conforme anseia o rapaz. Isso porque o criador, para esse rapaz, \u00e9 somente como ele pensa que \u00e9. Eis um discurso que se pretende total, totalizante e que, portanto, \u00e9 potencialmente totalit\u00e1rio. O recha\u00e7o se d\u00e1, de minha parte enquanto cidad\u00e3, a esse tipo de discurso. Um discurso cuja s\u00e9rie de afirma\u00e7\u00f5es e aus\u00eancia de d\u00favidas aponta para uma-\u00fanica-e-absoluta-certeza (perdoem a redund\u00e2ncia nos termos daqui). Portanto, a cr\u00edtica que te\u00e7o n\u00e3o se dirige a sua pessoa nem a qualquer comunidade religiosa. Am\u00e9m pra quem for de am\u00e9m. Ax\u00e9 pra quem for de ax\u00e9. Falou pra quem for de falou. Abra\u00e7os<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Por Adriana Marino &nbsp; Minha proposta, aqui, \u00e9 o de tecer alguns coment\u00e1rios a partir do v\u00eddeo intitulado \u201cVoc\u00ea \u00e9 crist\u00e3o? Veja at\u00e9 o final\u201d, dispon\u00edvel em redes sociais, do vereador (PRTB-BH) Nikolas Ferreira. 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